Antonio Luiz pode deixar a Fazenda e comandar a Secretaria de Saúde

 


No xadrez do governador eleito, Rafael Fonteles (PT), uma mudança é discutida para evitar interferência política na Secretaria de Saúde, pasta vital para a vida dos piauienses.

Rafael Fonteles, segundo apurou o Cidadeverde.com, já colocou para os aliados que a Saúde é uma pasta inegociável. O governador eleito quer colocar um nome técnico, de sua extrema confiança, para fazer uma gestão de metas, já que a Saúde é o terceiro maior orçamento do estado, equivalente a R$ 2,1 bilhões.

O nome que está cotado para assumir a Secretaria de Saúde é o auditor fiscal Antonio Luiz, atual secretário Estadual de Fazenda, que já havia sido anunciado por Rafael que permaneceria na pasta.

Antonio Luiz é um secretário atuante, gestor respeitado no estado e que tem plena confiança de Rafael. Na gestão de Rafael Fonteles, na Fazenda, Antonio Luiz era o superintendente de Gestão, uma espécie de subsecretário que tem a autoridade de substituir o secretário durante as ausências.  

No lugar de Antonio Luiz ficaria Emílio Júnior, atual superintendente de Gestão da Secretaria de Fazenda. Emílio Júnior, que é irmão do vereador Edilberto Borges, o Dudu (PT), é também um nome de confiança de Rafael e de extrema competência.

O governador eleito deverá confirmar as mudanças nos próximos dias. Até o final do mês, Rafael quer anunciar todo o secretariado.

A informação que o Cidadeverde.com obteve que é o deputado estadual, Fabio Novo, será o líder do governo na Assembleia Legislativa.

Para a Educação estaria cotado o juiz do Trabalho, Washington Bandeira, na Administração, o professor Samuel Nascimento e na Secretaria de Governo, o advogado Marcelo Noleto.   O jornalista Mussoline Guedes deverá comandar a Comunicação.  

O governador faz mistério sobre os próximos nomes. Até agora Rafael Fonteles anunciou a governadora Regina Sousa na Sasc, Chico Lucas na Segurança, Washington Bonfim no Planejamento e Antonio Luiz na Fazenda. 

As indicações mostram um claro recado que o governador eleito chamará para si as pastas e terá um maior controle, quebrando uma cultura de interferência em pastas que deveriam ser técnicas.

Fonte: Cidade Verde 

Jornalista Filipe Germano

Jornalista DRT 0002288/PI, Historiador, pós-graduado e editor chefe do Portal São Miguel Agora.

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